Dance with me? Dança comigo?

Existem vários tipos de dançarinos:

Uns excelentes,

Outros pífios,

Uns veementes,

Outros calmos,

Uns ausentes,

Outros deveras presentes,

Meu tipo preferido, é:

O que (acha) que não sabe dançar

Uma timidez no olhar me permite perceber…

Dança comigo? Pergunto.

Outro dia, quem sabe…Responde.

(e a resposta verdadeira seria: não sou muito bom neste jogo, não quero te decepcionar).

O mais doce, porém;

É pegar este menino (que não dança),

Colocar os braços dele

Em torno de minha cintura,

Enlaçá-lo pelo pescoço

E dançar!

Pois a dança nada mais é

Do que uma expressão…

Ninguém pode dizer que não sabe dançar,

Cada um dança

De acordo com os efeitos da música em sú alma.

(é só se deixar levar)

É delicioso olhá-lo nos olhos,

Como a dizer: te aceito, mesmo que (creias) não saber dançar.

Dança comigo, menino!

Não me deixe esperar!

Amar também pode, de certa maneira, ser definido como ‘o ato de dançar’!

‘Inda Dulcinéia à espera de meu d.Quixote!

:::::::::::::::::::::::;

Da série: pensamentos soltos.

2 Comentários

  1. prof gasparetto said,

    janeiro 10, 2008 às 11:39 am

    Lição nº 1
    Sou 1/2 desajeitado! (1/2 ?)
    1/4 de mim, aprecia!
    1/4 de mim, teoriza!
    1/4 de mim, valoriza!
    1/4 ocioso!

    Vou aprender a dançar!
    não quero ser também um exímio…
    observar primeiro…
    e quem sabe ocupar-me com delírios!

    não sabes qual real são teus convites!
    e quero encontrar uma resposta que definitivamente
    possa contentá-la nos teus anseios…

    Se quero dançar contido?
    não precisamos, de orquestras, bandas,
    toca-discos, ou mp4’s
    precisamos apenas, assumirmos compromissos
    com os nossos passos,
    passo a passo,
    num compasso, de uma melodia que podemos criar…
    não é mesmo??

    passo a passo, eu disse…
    com sentidos iguais,
    com virtudes iguais,
    com trejeitos iguais,
    sem que antes precisemos de ensaios, ou algo assim…

    preciso de um com com água!
    um lenço macio que enxugue meu rosto emocionado!
    segure minha mão!
    e nos encamnhemos para o centro do salão!
    mas prometa uma coisa pra mim:
    não ria, se por ventura pisar no pé…!
    Tu sabes que sou aprendiz!
    (Dez: 10, 2008)

    http://profgasparetto21.wordpress.com/2008/01/07/dois-pra-la-dois-pra-ca

  2. fatima said,

    janeiro 10, 2008 às 12:10 pm

    Gaspar

    Não me riria de ti.

    Lembrando que antigamente n’laguns lugares (inclusive tal foi descrito num livro da língua portuguesa – acho que no “Cortiço”, de Aluísio, não sei ao certo..) a expressão ‘pisar no pé’ era sinônimo de bem-querer.

    Te definis como aprendiz, mas não sou professora…poderíamos aprender juntos.
    😉


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