As grandes navegações de Crystal

Crystal era uma garota bem legal, não era lá uma Vênus, mas até que tinha seus atrativos, além de um bom nível de inteligência e enorme simpatia.

Uma das características mais notáveis de sua personalidade era sua capacidade de fazer amigos e entregar-se ao afeto advindo de suas relações inter-pessoais.

Ela costumava navegar por certos mares, numa dessas navegações um outro barco no dela se esbarrou e ela fez o que então pensava ser uma nova amizade. E dedicou à capitã de tal barco sincera e desinteressado afeto.

Mais tarde, em suas navegações, um certo capitão resolveu abalroar o barco dela e ela achou ter ganho um novo amigo, até que a amizade se tornou algo mais…

Confiante e feliz, os barcos dela e do capitão navegavam juntos, até que Crystal resolveu apresentar ao capitão o mar em que navegava o barco da outra capitã, sua amiga, sem, no entanto, dizer à amiga que referido capitão era seu companheiro de navegação.

Então certa feita, Crystal viu os rastros que o navio da capitã encaminhavam-se para os mares e portos onde ancoravam o navio do seu capitão. Apesar da forte intuição, que dizia a ela que tais rastros tinham certo significado, Crystal achou que tratava-se de mera coincidência (forte, mas coincidência).

Mas então nos céus se formaram nuvens que prenunciavam tempestades, e os sinais estavam cada vez mais fortes. Crystal então resolveu comentar com a capitã sua amiga, que estava namorado o capitão. Estranha foi a resposta da capitã, estranha sensação se apossou do coração de Crystal.

Os indícios se acirravam; tempestade instalada, Crystal resolveu jogar verde, pois precisava saber, não podia mais ignorar. A capitã (até então considerada uma amiga), resolveu evitar os mares por onde Crystal navegava. E mais: resolveu ‘bater em retirada’ cada vez que o navio dela apontava no horizonte.

Crystal então, com coração apertado, magoado e triste, percebeu que era forte a possibilidade de ter perdido duplamente. Apesar de saber que perdas fazem parte da vida e que somente elas são capazes de fazer-nos valorizar os pequeninos ganhos, está ela aturdida.

Consultando um amigo, jovem contador de histórias, ele a fez ver que tudo pode não passar de coincidências, e os indícios serem explicáveis individualmente. Mas ainda assim dói e Crystal, apesar de delicada, não é fraca.

Simplesmente é melhor ter amado e perdido do que nunca ter amado e a vida é uma sucessão de boas e más experiências. Se o acaso tiver juntado dois navios que lhe eram caros, ela só quer saber que isso ocorreu, só não deseja continuar a viver deste modo, pois a incerteza é bichinho cruel que corrói por dentro.

Crystal está prestes a mudar de mares, apareceu uma oportunidade dela usar seu barco para comércio que lhe rendam lucros mais vultosos. Nessas novas terras existem outros barcos, outros capitães, outros amigos. Crystal está confiante que, mesmo estando triste no momento, o futuro lhe reserva maiores sabores, maiores alegrias.

Qual será o final da história de Crystal?

:::::::
É apenas o esboço de uma novela, logo, não esperem lá muita coisa.

1 Comentário

  1. jahvbshvfg said,

    setembro 22, 2009 às 1:50 pm

    ééé´´eéééé´´e uma bosta


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